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    Espondiloterapia

QUAL A ORIGEM DA ESPONDILOTERAPIA?

A palavra espondiloterapia originou-se da Grécia, dando definição para o que conhecemos como “vértebra”. A palavra Espondilo vem do grego e significa vértebra e a palavra terapia significa tratamento. Por tanto, espondiloterapia significa a “Terapia das Vértebras”. A prática dessa técnica iniciou-se no final do século XIX na Europa, quando a terapia também era conhecida como a “Técnica da Percussão” e recebeu outros nomes como Reflexoterapia Vertebral, Método Abrams de Tratamento e Quiromassagem.

O QUE É A ESPONDILOTERAPIA?

A espondiloterapia é um tipo de tratamento que ocorre através de massagens, com objetivo principal de aliviar as dores e corrigir os desvios da coluna vertebral, que são mais conhecidos como escolioses, hiperdorlose, hipercifoses e redução da hérnia de disco. Essa técnica foi avaliada como uma ótima solução para essas complicações. Destacada pelo fato de preservar as estruturas e se apresentar como uma técnica que apresenta soluções definitivas para os problemas da coluna vertebral e as complicações que geram esses fatores. Pode-se dizer que a espondiloterapia não é uma técnica de massagem, mas sim uma maneira moderna de realizar tratamentos que necessitam da técnica da massagem terapêutica, principalmente onde os problemas se originam na coluna vertebral e também os que ocorrem posteriormente por conta das perturbações na coluna. O tratamento visa buscar soluções permanentes para todas as complicações que podem ocorrer devido ao problema na coluna vertebral.

A massagem utilizada na espondiloterapia baseia-se especificadamente em realizar trações manuais nas articulações em geral, com aplicações de manobras corporais, principalmente com as mãos, visando sempre o realinhamento estrutural da coluna vertebral. Também se utiliza algumas técnicas de procedimentos terapêuticos, como a quiropraxia, osteopatia, sei-tai e shiatsu. Na espondiloterapia cada vértebra da coluna é associada a um órgão interno do corpo. Além disso, essa prática é capaz de ser utilizada como um gerenciador de mais alguns tipos de tratamentos, são eles: quiropráticos, osteopáticos, massoterapêuticos e fisioterapêuticos. Segundo o registro da Escola SOS CORPO (INPI Nº 823246850) desenvolvido por Rubens Balestro, espondiloterapia significa um “Protocolo de Avaliação Interpretação e Orientação para Tratamentos dos problemas da Coluna Vertebral e, ou, seus comprometimentos”.

COMO ESSA TÉCNICA É APLICADA?

O tratamento completo da espondiloterapia dura em média 10 sessões individuais, que possuem cerca de 50 minutos cada. As sessões consistem em técnicas de relaxamento da musculatura, como o shiatsu, massoterapia e acupuntura e em seguida alongamentos feitos pelo terapeuta. Para finalizar, é realizado trações manuais de baixa velocidade, que são executadas com movimentos de extensão para promover o alinhamento da coluna vertebral.

A espondiloterapia é praticada somente a partir de um protocolo que avalia, interpreta e orienta a aplicação da massagem à coluna vertebral e também as suas partes comprometidas. Após essas três etapas, inicia-se a aplicação das técnicas de tratamentos massoterapêuticos, como, por exemplo, a massagem neurocirculatória, a drenagem linfática, técnicas de tração, drenagem sinovial, descompressão vertebral, entre outras. É importante destacar também a importância do repouso do paciente em posições específicas, para que haja sucesso no tratamento.

1. PRIMEIRO PASSO: AVALIAÇÃO

Os espondiloterapeutas tem a preocupação de conhecer o dia a dia do paciente, tanto no trabalho, quanto no lazer e momentos de descanso. Entende-se que a etapa da avaliação consiste em uma coleta de dados do paciente. É importante realizar uma anamnese, conhecendo os hábitos posturais, sinais e os sintomas de características neurocirculatórios. Na anamnese é possível descobrir em que momento da rotina do paciente ocorre o uso da má postura que pode ter gerado a ADEC (Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna).

2. SEGUNDO PASSO: INTERPRETAÇÃO

A etapa da interpretação envolve relacionar os dados da ficha de anamnese do paciente com a ADEC, conhecida como as Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna. As Alterações dos Desvios do Eixo da Coluna costumam provocar alguns desconfortos, como, por exemplo, dores de cabeça frequentes, dores no ombro (tendinite, bursite e capsulite), dor no cotovelo, varizes, tonturas frequentes, dores na nuca e na musculatura do pescoço, vestibulite, dores nas pernas e articulações, dores torácicas, dores nas nádegas, problemas respiratórios, problemas digestivos, aumento da frequência urinária e/ou incontinência urinária, dificuldade em alguns movimentos corporais, tremores na vista, câimbras, osteoporose, cólicas menstruais intensas, reumatismo, uncartrose cervical, dores cervicais, memória fraca, dificuldade para obter concentração, dificuldade para engolir, aumento da salivação, formigamento nos dedos das mãos, refluxo gastroesofágico, dores na cintura escapular, dores nos epicôndilos, comprometimentos no carpo, podendo evoluir para a Síndrome do Túnel do Carpo, dificuldades para fechar a mão ao acordar que pode ser indício de reumatismo, dificuldades para inspirações profundas, dores na região do peito e costelas, entre outros.

Observação: Os sintomas citados anteriormente podem ser ocasionados por outros fatores que não estão relacionados as curvaturas da coluna.

3. TERCEIRO PASSO: ORIENTAÇÃO

A etapa da orientação baseia-se em explicar detalhadamente ao paciente envolvido o que será feito durante o tratamento. Existem algumas técnicas que podem ser utilizadas para apressar os resultados no tratamento da espondiloterapia. O terapeuta pode optar por utilizar a massagem neurocirculatória, manobras de descompressão vertebral, trações e a drenagem linfática. É importante que nessa etapa fique esclarecido quais são as técnicas que serão utilizadas durante o tratamento com o paciente.

A espondiloterapia atua no nível das facetas articulares das vértebras com a técnica de descompressão vertebral. Essa prática consiste em manobras que são utilizadas para o realinhamento da coluna vertebral. O objetivo das descompressões vertebrais é desenvolver o estado natural dos desvios do eixo da coluna vertebral. Com essa liberação é possível desfazer as contrações da musculatura, favorecendo assim, a reidratação dos discos intervertebrais.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DA ESPONDILOTERAPIA?

Através da prática de manipulações de articulações é possível atingir o paciente como um todo. A espondiloterapia vai além de uma técnica, passou a ser um tipo de tratamento que é capaz de curar problemas respiratórios, assim como asma e bronquite, problemas no aparelho digestivo, dores em geral e até problemas emocionais.

A espondiloterapia apresenta um ótimo resultado já na primeira sessão, ou, no máximo, em até quatro sessões. Exceto em casos de problemas como, correções de desvios da coluna, sendo eles, cifose, lordose ou escoliose, que exigem tratamentos com um número maior de sessões para se obter um excelente resultado, podendo levar no mínimo um ano, em casos em que é realizado sessões semanais.

QUAL A DIFERENÇA DA ESPONDILOTERAPIA PARA AS OUTRAS TÉCNICAS DE MANIPULAÇÃO?

A primeira diferença e a maior delas, é que a espondiloterapia utiliza tração de baixa velocidade durante o tratamento. Outros fatores que diferem ela de outras técnicas é o relaxamento prévio, que ocorre antes de tracionar o paciente. Além disso, o terapeuta pode indicar exercícios espondiloterápicos, que são oferecidos para o paciente fazer na sua própria casa, fortalecendo assim o tratamento.

PARA QUEM É INDICADO A ESPONDILOTERAPIA?

A espondiloterapia é indicada para todos os indivíduos, de qualquer idade ou sexo. A técnica pode ser aplicada em qualquer pessoa que identifica e deseja corrigir desconfortos em geral que foram reconhecidos como resultados de problemas na coluna. Há muitos desses desconfortos, conforme citados anteriormente. Por exemplo:

  • Dores de cabeça frequentes;
  • Dores no ombro (tendinite, bursite e capsulite)
  • Dor no cotovelo;
  • Varizes;
  • Tonturas frequentes;
  • Dores na nuca e na musculatura do pescoço;
  • Vestibulite;
  • Dores nas pernas e articulações;
  • Tonturas;
  • Dores torácicas (Dor nas Costas);
  • Dores nas nádegas;
  • Problemas respiratórios;
  • Problemas digestivos;
  • Aumento da frequência urinária e/ou incontinência urinária;
  • Dificuldade em alguns movimentos corporais;
  • Tremores na vista;
  • Câimbras;
  • Osteoporose;
  • Cólicas menstruais intensas;
  • Reumatismo;
  • Uncartroses;
  • Dores cervicais;
  • Memória fraca;
  • Dificuldade para se concentrar;
  • Dificuldade para engolir;
  • Aumento da salivação;
  • Refluxo gastroesofágico;
  • Dores na Cintura Escapular;
  • Dores nos epicôndilos;
  • Comprometimentos no carpo, podendo evoluir para a Síndrome do Túnel do Carpo;
  • Dificuldades para fechar a mão ao acordar que pode ser indício de reumatismo;
  • Dificuldades para inspirações profundas;
  • Dores na região do peito e costelas;
  • Entre outros.

A espondiloterapia se apresenta também como uma boa prática para os atletas e esportistas. Além de todos os outros benefícios, em específico para este grupo, é ideal para aliviar dores de possíveis lesões e prevenir lesões vertebrais.

DICAS DE TRATAMENTO

Acredita-se que é muito importante para o resultado do tratamento da espondiloterapia, a conscientização do paciente que está apresentando as dores. Para obter um excelente resultado no tratamento dessa técnica, é necessário que haja um relaxamento profundo por parte do paciente. Dessa forma, o profissional que estará aplicando a técnica, conseguirá efetuar manobras bem suaves e gradualmente dosadas na área atingida. Portanto, o fator mais importante para obter sucesso na técnica, é o relaxamento.